
Esta caricatura reporta-se a seleção brasileira de 2002
Aqui vemos os campeões do Mundo comandados por scolari
O primeiro adversário da Inglaterra no novo estádio de Wembley será o Brasil, anunciou a federação inglesa e a Confederação Brasileira de Futebol na quarta-feira.
Adrian Bevington, director de comunicações da federação, disse à Sky Sports News que o jogo será no dia 1º de Junho. "Não dá para ter adversário melhor do que isso", afirmou ele.
A Inglaterra jogou no antigo estádio pela última vez em Outubro de 2000, quando perdeu por 1-0 para a Alemanha.
Segundo a CBF, no último jogo do Brasil em Wembley, no dia 27 de Maio de 2000, houve empate em 1-1 com a Inglaterra.
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Acho possível que um técnico brasileiro dirija a selecção desde a Europa. Cerca de 75 por cento dos convocados actuam aqui e os amigáveis também estão a acontecer aqui.
Basta o seleccionador estabelecer uma forma de trabalho e passar uma semana por mês no Brasil para acompanhar os jogos e descobrir novos atletas
Frases de Luis Felipe Scolari
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O Brasil derrotou hoje o Gana, por 1-0, em jogo de carácter particular disputado em Estocolmo, na Suécia.
Wagner Love foi, aos 17’, o autor do único golo do encontro. O Gana jogou os derradeiros 15 minutos da partida reduzido da dez jogadores, por cartão vermelho directo exibido a Draman.
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Filipão pode estar contente com os 4 gols a bélgica, e ao que parece temos artistas na seleção Portuguesa, deixo aqui um Gol de um dos jogadores comandados pelo sargentão , que gol de Ricardo Quaresma ao estilo Ronaldinho Gaucho.
Luís Filipe scolari deve estar tranqüilo com estes jogadores , pois parece que Portugal quer mesmo vencer o europeu
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Convocados para Gana e Chile
mais uma vez Helton e Luisão são convocados por Dunga para os dois jogos que a seleção do Brasil vai realizar contra o Chile e Gana neste mês.
As escolhas de Dunga o atual selecionador brasileiro, foram anunciadas e incluem estes dois brasileiros a atuar no futebol português.
Embora Helton não esteja numa boa forma no seu clube Fc porto, devido as ultimas exibições, parece que este passou a fazer parte do grupo que irá sempre a seleção do Brasil ( os escolhidos de Dunga)
Os dois jogos vão ter lugar no dia 24 e 27, na Suécia.
Os convocados Seleção Brasileira
Helton (FC Porto), Júlio César (Inter de Milão), Daniel Alves (Sevilha), Ilsinho (São Paulo), Gilberto (Hertha), Kléber (Santos), Lúcio (Bayern), Alex (PSV), Juan (Bayer Leverkusen), Luisão (Benfica), Gilberto Silva (Arsenal), Mineiro (Hertha), Dudu Cearense (CSKA Moscovo), Elano (Shakhtar Donetsk), Josué (São Paulo), Diego (Werder Bremen), Kaká (Milan), Ronaldinho (Barcelona), Robinho (Real Madrid), Fred (Lyon), Rafael Sóbis (Bétis), Vágner Love (CSKA Moscovo).
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Actual detentor do ceptro de campeão da América do Sul, o Internacional de Porto Alegre estreou-se na defesa do título com uma derrota com o Nacional de Montevideu, por 3-1.
Abel Braga avisara que não seria fácil esta participação na prova continental, até porque a nível interno o grupo ainda não está estabilizado, mas quando a equipa começou o jogo a vencer, com golo de Hidalgo, talvez a mensagem que os jogadores perceberam tenha sido a de que afinal era “moleza”. Não foi.
Na verdade, mesmo com o regresso de Fernandão à equipa, após mais de um mês afastado dos relvados, a referência do ataque do Inter não conseguiu cimentar uma exibição constante do grupo e mesmo depois do golo marcado num ressalto de bola após um livre cobrado por Alex, os períodos de mando efectivo no jogo foram escassos.
Numa virada espectacular, o Nacional marcou quando estava já em desvantagem numérica, por expulsão do central Rodrigues, e passou para a frente quando Wellington Monteiro foi também expulso. Na cobrança do livre Delgado fez o 2-1 e sem nunca se mostrar satisfeito, o Nacional acabou por marcar o terceiro já no tempo de compensação, por Martinez.
Fonte : o jogo
Carlos Alberto Parreira começa trabalho ao serviço da selecção da África do Sul.
Com meio ano de distância, o ex-seleccionador Carlos Alberto Parreira lamentou não ter reunido a equipa no Brasil para que os craques pudessem sentir "o calor da torcida e o clima"
O técnico Carlos Alberto Parreira despede-se hoje do Brasil e parte para a África do Sul, para fazer aquilo que o motivou no início da carreira: levar equipas sem grande tradição ou cultura futebolística em outras paragens do Mundo a experiência do futebol brasileiro e o seu contributo pessoal de estudo e organização para fazer do seleccionado do país que sediará o próximo Mundial mais do que um perfeito anfitrião.
A peso de ouro, ainda com ecos de desconfiança relativamente à justeza da sua escolha, mas com um nome forte e um prestígio que se encarregarão, espera ele, de recolocar as más línguas e as adversidades em seu lugar próprio.
Com o distanciamento “histórico” que meio ano de afastamento da selecção brasileira já permitem, Parreira falou ontem de questões relacionadas ainda à participação do "escrete" no Mundial da Alemanha, e aos poucos vem aproximando a sua análise do que foram as críticas mais ou menos instantâneas de uma “media” que até à “dèbacle” com a França sonhava com quartetos e quintetos mágicos, como se a presença do Brasil na Alemanha não fosse mais do que uma questão formal que se exige ao pentacampeão: pelo menos estar lá para receber as medalhas do hexa.
Parreira admitiu, entrevistado pelo GloboEsporte, que do ponto de vista do planeamento, faltou sensibilidade dos responsáveis para promover uma ligação mais estreita dos astros ao povo. “Me arrependi de apresentar a Selecção na Europa. Hoje, eu treinaria a equipa aqui no Brasil, pelo menos por dois dias. Assim, os jogadores sentiriam o calor da torcida e o clima”, disse, arrependido por não ter compensado com essa medida simples um certo distanciamento que as estrelas mais bem pagas e cedo saídas das fronteiras do país acabam por sentir em relação à torcida.
Em outros quesitos, Parreira não deu o braço tão a torcer, mas explicou que em relação a Robinho, uma unanimidade "a posteriori" entre quem achava que Ronaldo, Adriano, Kaká é Ronaldinho eram "tubarões" demasiado graúdos para serem rendidos pelo "peixinho", ele só não entrou de início no jogo com a França porque estava com um problema de lesão. “Começámos a partida com ele e Adriano no banco. Após o golo da França, os dois entraram”, lembrou, como quem chove no molhado.
Fonte O Jogo
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